O teto dos benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em 2026 foi reajustado na última sexta-feira (9) pela Portaria Interministerial MPS/MF nº 13, elevando o valor de 2025 de R$ 8.157,41 para R$ 8.475,55 neste ano.
O reajuste dos benefícios acima do salário mínimo foi de 3,9%, percentual calculado com base na variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Atualmente, cerca de 12,2 milhões de segurados recebem valores superiores ao piso nacional, que passou a ser de R$ 1.621 em 2026. Os pagamentos com os valores corrigidos começam a ser feitos a partir de 3 de fevereiro.
Além do teto previdenciário, a portaria também confirmou em R$ 1.621 o valor do Benefício de Prestação Continuada (BPC), pago a idosos e pessoas com deficiência em situação de vulnerabilidade social. O mesmo valor foi fixado para a renda mensal vitalícia e para pensões especiais destinadas a dependentes das vítimas do caso de hemodiálise em Caruaru (PE).
Outros benefícios específicos também foram atualizados. O pagamento destinado a seringueiros e seus dependentes passou para R$ 3.242 em 2026. Já a cota do salário-família foi reajustada para R$ 67,54, sendo devida aos segurados com remuneração mensal de até R$ 1.980,38.
A atualização do teto também impactou as faixas de contribuição previdenciária para trabalhadores empregados, domésticos e avulsos.
De acordo com o último levantamento divulgado pelo INSS, em janeiro de 2025 o instituto pagava mensalmente, conforme dados de dezembro de 2024, 40,7 milhões de benefícios previdenciários e assistenciais.
Desses 40,7 milhões de benefícios, apenas 10,6 mil contribuintes recebiam o equivalente ao teto previdenciário do ano.
Ou seja, apenas 0,026% dos aposentados do INSS recebem o teto previdenciário, o que evidencia que esse valor máximo é acessível a uma parcela extremamente pequena dos beneficiários.
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